segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Expressão Corporal


Através da expressão corporal podemos desenvolver a capacidade físico motora, coordenação e concentração.

Animação Sociocultural


Vamos nos respeitar mutuamente, somos todos diferentes todos iguais.



O grupo não é um conjunto de pessoas, mas sim uma união de ideias.



A Animação Sócio Cultural não é sinónimo de festa, mas sim a interacção entre pessoas de diferentes culturas e raças.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Para uma disciplina mais assertiva

Hoje em dia é difícil manter a disciplina nas escolas.
A falta de respeito entre alunos e professores e o medo que se vive nas relações que se estabelecem, levam os jovens a optar, mais depressa, por um caminho distinto daquele que pais e professores desejariam.
Por vezes os professores castigam, impondo regras às crianças mas os pais não são receptivos a essas atitudes.
Os auxiliares de acção educativa dedicam-se a funções mais instrumentais e se houver o mínimo de confusão não intervêm, muito devido a uma formação de base claramente insuficiente para a gestão dos alunos no espaço escolar, nomeadamente no recreio e pavilhões.
Certas escolas são demasiado flexíveis e permissivas com os alunos e as suas normas não se encontram estabelecidas, não são claras ou não são divulgadas convenientemente.
Se os jovens fossem respeitados na sua individualidade e ouvidos eles sentiam-se mais apoiados. No entanto, em certas escolas tal não acontece. Daí, como não se sentem motivados e estimulados, não se interessam pelos conteúdos programáticos, o que tem repercussões no seu aproveitamento escolar.
Certos alunos, como não se sentem motivados na escola, tentam influenciar outros elementos do seu grupo de pares, conduzindo não raras vezes, à desviância social como forma de obtenção de estatuto no seio do grupo e de afirmação social. Daí que, na sala de aula, enfrentem o professor e não se interessem quer pelos restantes colegas quer pela aula, sem se importarem com o facto de poderem ser repreendidos ou expulsos da aula.
Os alunos estão na sala para aprenderem a serem autónomos, adequando a sua conduta às situações com que se deparam no quotidiano, pautando o seu comportamento pelo respeito pelas normas sociais vigentes e por um relacionamento interpessoal ajustado.
Há alguns anos atrás convidava-se o aluno a transferir-se de escola. Hoje têm medo de o fazer. Alguns pais e alunos acham que têm o poder de reverter as decisões que são tomadas pela escola, e por vezes conseguem fazê-lo.
Devíamos tentar lutar pelas regras e disciplina nas escolas, no processo educativo e familiar. Se não se tomarem certas medidas, haverá uma revolução na comunidade escolar.
Se a função da instituição escolar é formar futuros cidadãos portadores de um sistema de valores adequado para a sua plena integração social, então há um longo caminho a percorrer na formação dos profissionais (directores, professores e auxiliares de acção educativa) que intervêm no meio escolar, nomeadamente na aquisição de competências que permitam agir em situações que ultrapassem o mero exercício das suas funções.


Alda Coelho

O Segredo é a Prevenção da Indisciplina

Para um bom funcionamento da escola é preciso existir disciplina e respeito mútuo entre os professores e alunos. Os professores devem ter em conta os alunos quando estes têm problemas; devem fazer o melhor para os ajudar, identificando os problemas e ajudando na sua solução, mantendo sempre a confidencialidade.
O professor deve dar tempo aos alunos de exporem as suas ideias, escutando também as sugestões que possam surgir.
Uma das formas de melhorar o funcionamento do grupo será o recurso a um debate onde cada aluno apresente a sua visão ordenadamente.
Se o grupo não estiver motivado é importante que o professor tenha a capacidade de adequar estratégias, implementando dinâmicas que potenciem uma participação activa da turma.
Se um aluno tem mais dificuldade na integração de determinados conteúdos é importante que o professor encontre estratégias pedagógicas adequadas a esse aluno.
Se por vezes o aluno é um pouco mais provocador é fundamental não responder da mesma forma para não incentivar conflitos.
O professor não deve mostrar medo perante o aluno, deve falar com ele correctamente não se mostrando irritado e inseguro, mas também não recorrendo a formas menos assertivas de gestão de conflitos.
Considero que não existem más turmas, mas sim professores carentes de métodos e estratégias adequadas de gestão da indisciplina na classe. É importante que na relação pedagógica o professor não faça distinções, tratando todos os alunos da mesma forma, pois existem professores que dão mais atenção e explicam melhor aos alunos interessados e com boas notas do que aos alunos com notas baixas.
Na minha opinião, acho que os professores deviam dar mais atenção aos alunos com notas baixas pois, por vezes, por de trás de um aluno indisciplinado e com mau comportamento está um aluno brilhante com muitas capacidades que muitas vezes não são aproveitadas devido à falta de estimulação do aluno. Por vezes, estes alunos que nós conhecemos e dizemos que são os chamados “alunos rebeldes” só necessitam de uma ajuda para os encaminhar pelo caminho certo e tornam-se em excelentes alunos, mas para isto é necessário que o professor os ajude.
Também acho que os professores por vezes mostram que têm receio dos alunos, sendo esta a pior atitude a tomar visto que a partir daqui os alunos deixam de ter respeito pelos professores e fazem o que querem e bem lhes apetece pois sabem que os professores não vão fazer nada, a não ser dizer para estarem calados e não perturbarem a aula.
Desde a primeira aula que o professor deve mostrar que existem regras a cumprir pelos alunos seja dentro da sala de aula, seja fora dela.
Os professores não devem de ter receio em expulsar um aluno da sala de aula com falta disciplinar, contudo quando recorrerem à expulsão não devem permitir que o aluno se mantenha no recreio mas sim encaminhá-lo à biblioteca ou sala de estudo, porque muitos alunos perturbam as aulas propositadamente pois sabem que o destino é o recreio, logo esta estratégia em vez de funcionar como uma punição é antes um reforço.
Quando um professor tem de chamar um aluno à atenção por algum motivo, não deve fazê-lo em frente aos colegas, deve sim no final da aula solicitar a presença do aluno para um breve diálogo, pois se repreender o aluno em frente aos colegas todos só vai fazer com que o aluno se sinta desrespeito e humilhado. No entanto, por vezes, é necessário o recurso a soluções imediatas para o bom funcionamento da aula, mas estas atitudes devem ser utilizadas com precaução.
Quando os alunos não acharem correcto algum comportamento do professor ou a maneira como ele explica e lecciona os conteúdos também o devem dizer, desde que educadamente.
A melhor forma de actuar em situações de indisciplina é evitar que estas ocorram. Para que tal postura preventiva seja possível é necessário que todos aqueles que participam no processo educativo adquiram estratégias adequadas para uma intervenção eficaz.


Cidália Santos

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Da Vitimização à Acção

Na minha opinião, o mais importante é que sejam estabelecidas, nas instituições educativas, regras e objectivos reconhecidos por professores, alunos e toda a comunidade educativa de modo a proporcionar um processo de ensino/aprendizagem pleno.
Na realidade a indisciplina tem vindo a aumentar nestes últimos anos, não só no ambiente escolar mas também no ambiente familiar, que deve constituir o primeiro espaço onde a criança inicia a assimilação de regras e normas de convivência social.
Cabe à escola e aos professores, num papel não apenas complementar ao dos pais, implementarem um projecto educativo e apoiarem os alunos, educando quais os comportamentos a serem cumpridos na sua vida quotidiana e futuramente.
Portanto, o professor deve incentivar e estimular o aluno para que este atinja um melhor aproveitamento escolar, evitando assim situações de desânimo. O recurso a métodos que quebrem a possível monotonia que se possa estabelecer com a utilização de métodos estritamente expositivos, é uma das formas de evitar que a indisciplina se instale na turma.
Infelizmente, a maioria dos professores encaram a indisciplina escolar como uma questão de falta de respeito, sem tentar perceber as causas por de trás deste comportamento, sejam elas familiares ou fruto das suas estratégias pedagógicas.
Seria importante que os professores abandonassem o papel de vítimas de um problema já bem difundido nas nossas escolas e assumissem, antes, um papel bem mais activo na aquisição de estratégias de prevenção e intervenção em situações de indisciplina.

Olinda

A Organização Pedagógica

Mediante a pesquisa feita na internet tenho o conhecimento que para um bom funcionamento da escola e o êxito dos educandos, é essencial existir uma boa organização pedagógica para prevenir os actos de indisciplina e do absentismo.
A base de um bom funcionamento é o grupo pedagógico estudar os comportamentos individuais e de grupo, saber como aplicar os processos que foram elaborados para os por em prática.
Os processos ou planificações deveram ser adequados e organizados de maneira a que o aluno seja estimulado a respeitar os conceitos propostos.
Para combater a indisciplina é essencial existir um bom ambiente entre professores e alunos e, até por vezes tentar solucionar certas situações em conjunto.
A existência de uma reunião mensal entre pais e professores vai fazer com que cheguem a um consenso ou arranjarem estratégias para uma melhoria dos comportamentos inadequados, ou até para uma mudança no sistema educativo.
Os pais no combate à indisciplina têm um papel importante como educadores, o diálogo diário entre pais e filhos vai fazer com que percebam as atitudes erradas e tentarem solucionar os problemas dos educandos
Não cabe ao professor ser o único a tentar solucionar o problema embora faça parte da organização pedagógica. O profissional Auxiliar de Acção Educativa também tem um papel formal. Em certas situações consegue estabilizar os comportamentos menos assertivos, sem que o professor tome nota da ocorrência, pois sendo Auxiliar está dentro dos tempos livres. No recreio vai manter a estabilidade entre colegas, e o concelho executivo.
O aluno ao estar inserido no contexto escolar tem de saber respeitar e fazer com que o respeite.
Na minha opinião a indisciplina entre professores e alunos é de não existir o diálogo e não tentarem estimularem-nos de formas diferentes. A rotina escolar por vezes origina o fracasso dos alunos e faz com que eles se exprimam de uma forma negativa. O professor deve dar o contributo ao aluno para que ele se sinta responsável e cooperante, utilizar uma voz equilibrada, segura, confiante e emotiva para eles sentirem segurança, e que são capazes de ter sucesso a nível escolar.
Manuela Santos

Como combater a indisciplina

A indisciplina é cada vez mais um problema do mundo actual.
Devemos estar informados e formados para conseguirmos combate-la
Muitas vezes atribuímos as culpas aos alunos, mas nem sempre é isso que acontece.
O papel do professor como educador do aluno muito importante na continuidade da vida do mesmo.
Nem sempre os motivos que levam o aluno a ser indisciplinado tem que ver propriamente com a escola, mas vários problemas que vão surgindo ao longo do seu desenvolvimento, tais como, problemas familiares, inserção social, excessiva protecção dos pais, influencias etc.
Sempre que se observe comportamentos menos adequados, vindos de fora do contexto escolar, o professor deve ter a capacidade de adequar estratégias que possam alterar e melhorar esse comportamentos, como por exemplo ignorar certos comportamentos, estabelecer regras juntamente com os alunos, mantendo-as sempre, para que haja um maior respeito e compreensão de ambas as partes.
É dever de toda a sociedade contribuir para que os nossos jovens tenham mais disciplina, para que saibam comportar-se perante a sociedade em que vivem. Muitas vezes o que faz com que muitas crianças e jovens tenham comportamentos inadequados é precisamente a instabilidade emocional que os outros lhe transmitem.
Por vezes a indisciplina deve-se ao facto de os pais não acompanharem os seus filhos nos deveres cívicos, provocando muitas vezes com que os filhos usem a indisciplina e ate mesmo a violência para lhes chamar a atenção.
Atrás da indisciplina pode surgir muitas vezes e em alguns casos actos de violência, e há que começar a ter consciência de que se tem que fazer algo para, que tanto a escola (professores, concelho directivo, auxiliares), como a família devem unir recursos para juntos combater este problema que cada vez é mais frequente nas escolas. Juntos devem estabelecer regras, rotinas, hábitos que façam com que os jovens se sintam estimulados de forma a aprender algo, e que os desvie de trajectórias de desenvolvimento mais desadaptativas.

Diana Almeida

Causas da Indisciplina

Se há tema que hoje suscite mais polémica a indisciplina é um deles.
Em 1999, de acordo com os dados recolhidos pelo Gabinete de Segurança do Ministério da Educação registaram-se 55 agressões a professores, já em 2001 foram contabilizados 146 casos.
Carlos Fontes fez um breve balanço sobre o tema “Indisciplina na Escola”. Algumas das causas que ele enumera são:
· A família, devido ao meio ambiente familiar (por exemplo: pais alcoólicos, violência doméstica, incapacidade dos pais em lidar com a violência dos filhos); desautorização dos procedimentos disciplinares tomados pelos professores, desconhecendo os pais, a razão para tal acção.
· O que faz com que o aluno seja indisciplinado?
Em diversos casos as situações de indisciplina derivam de perturbações psicológicas, como sejam: a perturbação de hiperactividade com défice de atenção, perturbação de conduta, dificuldade de adaptação ao meio escolar.
Muitas vezes os alunos não se encontram minimamente motivados para frequentar a escola dado que ora não considera a matéria apelativa, ora o professor não recorre a métodos activos que o estimulam, ou então, simplesmente, os seus interesses são outros.
O professor deve ter a capacidade de encarar o aluno na sua idiossincrasia e adaptar métodos e estratégias que motivam o aluno e despertem o interesse pela sua formação escolar.
A escola é uma segunda casa para crianças e jovens pois é lá que decorre a maior parte da sua rotina diária.
Os professores por vezes nem conhecem a criança simplesmente é só mais uma na sala. Tal situação é para mim, é inaceitável.
A motivação é a base fundamental para a aprendizagem, sem motivação a criança perde o interesse pela escola o que a conduz a comportamentos indisciplinados.

Filipa

Com Peso e Medida

De acordo com Maria José Morais Pereira, a questão da indisciplina nas escolas e no ambiente familiar é um processo onde estão envolvidos os professores, alunos e pais e que já vem de muitas décadas atrás.
Ela salientava que conviveu com muitas histórias contadas com a sua mãe que exercia a profissão docente. No seu dia a dia referia-se a certos alunos como incompetentes, enquanto os outros alunos ela referia como verdadeiros heróis.
Segundo ela, era atribuído o título de “óptima professora” a quem pratica-se o castigo físico e moral. Este tipo de comportamento era incentivado pelo director da escola que era da opinião: não dês beliscões ou reguadas, puxe o cabelo porque não deixa marcas.
Um episódio relacionado com este parágrafo foi o que me aconteceu enquanto frequentava a escola.
A determinada altura, a professora perguntou-me algo sobre a matemática que eu não sabia e qual o meu espanto ao ver que a professora pega um pedaço de madeira ao qual dava o nome de régua. A professora colocou-se à minha frente e violentamente deu-me dez reguadas em cada mão seguir mandou-me ajoelhar e pôr as mãos debaixo dos joelhos, desde desse dia fiquei aterrorizada cada vez que entrava na sala de aula.
A forma como era atribuído o título de “óptima professora” deu a Maria José Morais Pereira que pensar e foi-se questionando sobre a indisciplina.
Desta forma começou a sua pesquisa baseada em estudos académicos.
Entre estes estudos encontra-se um feito por Castro e (1994), onde referia que os alunos, muitas vezes são alvo das variações de humor dos professores.
Refiro outro importante estudo sobre a indisciplina que é o do sociólogo Durkheim que foi reconhecido nos meios académicos e o qual foi testemunhado por Afonso, em 1991, nele referia Durkheim que a disciplina é o espelho de hábitos adquiridos; esta mesma é muito útil para o indivíduo e sociedade, já que sem ela não seríamos futuros cidadãos que sabiam respeitar o meio em que se desenvolvem.
A família, na minha opinião é o primeiro alicerce onde o indivíduo dá os primeiros passos para adquirir a experiência necessária para a sua vida social.
Na minha opinião a falta de bons resultados na indisciplinada deve-se à aplicação recorrente do mesmo castigo pois assim a pessoa que pratica o acto já sabe de antemão o que lhe vai acontecer.
Perante a indisciplina teremos de adaptar estratégias para pôr em prática e nas quais não deve entrar a imposição de poder, mas sim o diálogo e procurar a causa do mau comportamento.
A punição não deverá fazer com que o individuo se sinta humilhado, nem confundido, mas sim levá-lo a reflectir sobre o seu comportamento e que por ele próprio reconheça o acto em si.
Estudos feito por Boudieu enfatizam que as nossas acções são a prática de resultados da trajectória social e utilizando palavras de Durkheim cita:
“Em cada um de nós, em proporções variáveis, há o homem de ontem e o mesmo homem de ontem que, pela força das coisas, está predominantemente em nós, posto que o presente não é senão pouca coisa comparado a esse longo passado no curso do qual nos formamos e de onde resultamos”.
O facto de um individuou ter tido uma educação autoritária não quer dizer que será um adulto também autoritário. Em muitos lares nem sempre são os pais em conjunto que exercem a autoridade, no caso que refiro Boudieu (1974) foi o de Helena e Maria das Graças e que chegaram exercer a docência Helena referiu: “minha mãe mandava e a gente obedecia gostasse ou não gostasse. Minha mãe batia, batia mesmo, aprendi a tabuada com vara na perna”.
Já Maria das Graças referia:”Meu pai era muito bravo. A gente tinha de aceitar as normas da casa. Tinha de aceitar. Na época da nossa criação era tudo imposto, tinha de aceitar”.
Deste modo, as duas professoras relatam não só a sua vivência familiar, mas também enquanto alunas tinham de se adaptar à disciplina rígida que lhes era imposta e a qual deram o nome de “obediência cega”.
Antigamente, a disciplina era imposta pelo professor, que era autoridade dentro de sala de aula. Segundo o testemunho de Maria das Graças na sala de aula existia o militarismo. Mas nem tudo foi negativo, como salienta Helena, a “minha professora era muito brava, muito exigente, mas carinhosíssima.
As recordações que eu tenho dela são as mais gostosas”.
Na minha opinião, os papéis inverteram-se. Hoje em dia quem manda na sala de aula são os alunos, isto se deverá ao facto de que os pais de hoje foram os alunos de ontem e não querem que os filhos passem o mesmo que eles.
Contudo deveria ser visto em que a indisciplina chegou ao limite nos dias de hoje. O adolescente tem que cumprir as regras que lhes são impostas na escola e seio familiar, sempre com equilíbrio, porque assim formaremos adultos responsáveis que de uma forma justa consigam alcançar os seus objectivos na vida sem prejudicar ninguém.

Maria Celeste Pereira Pedroza

A ESCOLA ACTUAL

Cada vez mais observamos que o fracasso escolar se torna algo preocupante nos dias de hoje.
O excesso de indisciplina nas escolas é de tal forma exagerada que se torna difícil arranjar métodos para o combater.
A primeira explicação que se atribui a este problema será, que o aluno de hoje é menos respeitador do que o de antes e a escola sendo menos rigorosa em impor regras o aluno tende a desrespeitar essas mesmas regras.
Existem alunos com várias personalidades, dos quais os mais disciplinados e indisciplinados. Os que são disciplinados apresentam em quase todos os momentos uma atitude de obediência às regras, são jovens atentos, estudiosos e respeitadores. Os indisciplinados normalmente são grupos que protagonizam atos de indisciplina nas escolas e mesmo na sala de aula. Ainda existem os intermédios, que por norma precisam de uma observação por ser influenciados pelos comportamentos dos outros. A relação professor-aluno deve ser uma relação aberta e de cumplicidade. Mas deve-se saber distinguir os papeis, o professor deve ensinar e o aluno aprender. Se o professor tiver consideração esses factores, os problemas disciplinares deixarão de ter o mesmo impacto visto haver uma intervenção directa entre professores e alunos. O excesso de indisciplina só demonstra que algo está a correr mal e o fracasso tornasse evidente, por isso existe um mau aproveitamento e isso deve-se a todos os intervenientes, inclusive a família, porque nos dias de hoje os pais não dão a devida atenção aos filhos. Hoje em dia os pais não se sentam e conversam com os filhos, por isso não sabem se os filhos estão com problemas a nível escolares, muitas das vezes quando há reuniões existem pais que não se preocupam em comparecer para saber qual o comportamento dos filhos. E deixam a educação para a escola, depois se o filho aprende mal as culpas vão para os professores porque não ensinam. Na minha opinião havia de haver uma ligação entre a família e a escola para que haja um contributo de parte a parte para que se encontrem formas de lidar com a indisciplina.

Rosa Jesus